Arquivo de setembro, 2011

Versão 3 – BBC Radio

Publicado: setembro 25, 2011 em Contingência

E realmente, não dá para ser diferente, essa versão aqui ganha o Nobel de tristeza. Lágrimas e mais lágrimas.

Desgraçados miseráveis, não façam mais isso.

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EP

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Versão 2 – On Melancholy Hill

Publicado: setembro 25, 2011 em Contingência

Fiquei injuriado com a trilha sonora do Extreme Sports, e descobri que era um remix de uma música do terceiro álbum do Gorillaz, Plastic Beach, lançado em 2010.

Este filminho é bastante alucinado, no começo não dá para entender nada, e no final, menos ainda. Lindo.

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EP

Bom, se você quiser ver este vídeo, prepare-se para chegar à seguinte conclusão: a vida está passando, um dia provavelmente vai acabar, seja lá quando for, e o que foi que eu fiz dela?

Versão 1

Extreme Sports Compilation

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Eduardo Pastore

Escute de modo especial

Publicado: setembro 21, 2011 em Contingência

Hoje é aniversário de um grande cara. Este post é dele, uma homenagem a todos nós.

Parabéns, Dôdo! Um enorme abraço, do seu amigo, Eduardo Pastore.

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Escute,

Escute esse disco do Munford&Sons – Sigh No More.

Itens necessários para audição: Cerveja Malzebier Gelada, Pote de Sorvete de Creme, Cadeira de Praia e uma varanda.

Modo de realizar a audição: quando estiver próximo ao por do sol, pegue sua cadeira de praia, coloque-a na varanda, traga também a cerveja Malzebier (bem gelada) e o Pote de Sorvete de Creme.

Coloque para tocar o disco Sigh No More. Repare na beleza do cenário em sua volta. Mesmo tendo uma vista para o Prédio do vizinho. Pois o que estamos a escultar é uma banda que redescobre e reinventa o folk americano.

Vá seguindo esse caminho e repare nas nuances de energia e vigor que as faixas te trazem como a comercial The Cave (sétima faixa)…

Mas não é só isso! Um vocal muito honesto executado por Marcus Munford, a banda irá te carregar por um universo do redneck americano onde você terá como nuances metais muito bem executados, uma cozinha bem balanceada e a grande estrela é o bandolin e o banjo.

Repare que você neste momento deverá já ter aberto a Malzebier e mesmo achando loucura abra o sorvete de creme vá fundo, tão fundo quanto você entra na segunda faixa e repara que eles entram com um piano e a parte de do cello… Merece uma boa colher de sorvete e quando ele estiver totalmente degustado por suas papilas dê uma talagada na Malzebier!

E quando o sol já estiver ido pegue a última colher de sorvete e aproveite o After the Storm e pense que existe beleza em tudo… Absolutamente em tudo na sua vida!

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Abraços

Jr.

Não paro de ouvir 3

Publicado: setembro 20, 2011 em Contingência

Markoalhada,

Você merece passar uma temporada no purgatório por apresentar essa música. Não consigo parar.

Já ouvi 3 milhões de vezes.

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Abraço!

Eduardo Pastore

Um post, dois bons sacanas

Publicado: setembro 17, 2011 em Contingência

Este aqui é uma cortesia de dois muzenzas, Elder e Lucas, dois bons sacanas sentimentais.

Adele, a comedora de batatas:

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A versão mais alucinada de Stand By Me que eu já ouvi na vida:

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EP

 

Som muito verão, ou se preferirem, primavera, que esta mais próxima…

Chega a lembrar um pouco Passion Pit?

 

 

 

 

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Márkel Oliveira

Não paro de ouvir 1 – Harlem

Publicado: setembro 16, 2011 em Contingência

Bandinha divertida essa viu…

 

 

 

 

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Márkel Oliveira

Pegando carona (ou bolea, como se fala aqui em Moçamba) no post da Cecis ;)

Ainda não defini se sou um grande fan ou não de mash ups…

Mas que eu me divirto com essa onda, ah me divirto!

E pra mim, os caras do Girl Talk são referencia.

Já vieram ao Brasil e tocaram no Planeta Terra no ano passado.

No “All Day” principal (e acho que único tb…) album deles, tem referencia e principalmente, samples de tudo:

– Phoenix, RadioHead, Black Sabah, Rolling Stones, Beast Boys, Jackson Five, dentre outras muitas coisas… 

 

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Márkel Oliveira

Precisamos falar sobre The National

Publicado: setembro 15, 2011 em Contingência

Sempre me assusto com alguns nomes de livros. Tipo “O ano do Pensamento Mágico”. Outro danado de tenebroso é “Precisamos falar sobre Kelvin”. Nomes assim não deveriam ser escritos, a não ser para se contar histórias de terror.

Na tentativa inútil de desmistificar o que está por trás dessas tramas, é melhor trasncrevê-los para outros títulos.

Então, vamos lá, precisamos falar seriamente sobre The National. É mais ou menos, em minha duvidosa opinião, e olhe lá que ela não anda valendo nada, menos que um pingado na padaria, então, voltando ao The National, é mais ou menos a melhor banda que surgiu no planeta depois da virada do século. Ao menos no meu planeta.

Acompanhei o show dos caras em São Paulo, sozinho de tudo, coisa de louco, quase que não volto inteiro. É aterrador. Eles até tentam, mas simplesmente NÃO conseguem fazer músicas ruins.

Terrible Love

A linda, mais que linda, sublime About Today

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Eduardo Pastore

De bis, a ensolarada “Mr. November”: